1 de julho de 2013
Cuidados de higiene.
Patrycia Araujo – Médica de Família do CMS
Vila Canoas.
E-mail: patryciaa@yahoo.com.br
Dengue.
Patrycia Araujo – Médica de Família do CMS
Vila Canoas.
E-mail: patryciaa@yahoo.com.br
Alimentação saudável.
Patrycia Araujo – Médica de Família do CMS
Vila Canoas.
E-mail: patryciaa@yahoo.com.br
Anafilaxia.
Fonte: site da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Patrycia Araujo – Médica de Família do CMS
Vila Canoas.
E-mail: patryciaa@yahoo.com.br
Pacientes asmáticos têm maiores taxas de anafilaxia e, quanto mais severa a asma, maior o aumento no risco, de acordo com estudo recente publicado no site da Sociedade Brasileira de Pediatria. O risco de anafilaxia foi duas vezes maior em pacientes com asma não-severa, comparados com não asmáticos, e três vezes maior no grupo com asma severa. Mulheres asmáticas tiveram maior risco de anafilaxia que homens (22,65 contra 19,56 por 100.000 pessoas/ano). Este estudo é um dos primeiros a avaliar a freqüência da anafilaxia em pacientes com asma, realizado pelo Centro Espanhol para Pesquisa Farmaco-epidemiológica de Madri, com uma amostra randômica de 177.000 crianças e adultos com asma, sendo 45.103 (25,5%) com doença severa, e 200.000 pessoas sem asma. As informações desses indivíduos vieram do Health Improvement Network, um registro de dados de indivíduos de 10 a 79 anos. Todos os pacientes tiveram pelo menos um contato com clínico geral no ano anterior à admissão no estudo. Entre 1996 e 2005, houve 382 casos incidentes de anafilaxia, incluindo 262 casos na coorte de asma. A incidência de anafilaxia (por 100.000 pessoas/ano) foi de 50,45 na coorte de asma e 21,28 na saudável. A incidência foi maior em pacientes com asma severa que naqueles com asma não-severa (65,35 contra 43,01 por 100.000 pessoas/ano). Dentro da população geral com asma, alergias a medicamentos e alimentos foram as causas mais comuns de anafilaxia. Em participantes com e sem asma, o risco de anafilaxia foi aumentada entre aqueles com rinite alérgica (1,76 e 1,61 respectivamente) ou dermatite atópica (1,69 e 2,83), e naqueles tomando antihistamínicos, esteróides orais ou antibióticos. Ninguém no estudo faleceu, que é um achado consistente com a baixa letalidade para anafilaxia relatada em estudos anteriores.
Nomofobia.
Fonte: site do Instituto de Psiquiatria do
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
Patrycia Araujo – Médica de Família do CMS
Vila Canoas.
E-mail: patryciaa@yahoo.com.br
Na década de noventa, a primeira companhia de celular chegava ao Brasil, comercializando telefones móveis, grandes, difíceis de carregar, e que quase não se via pelas ruas do país. Hoje, o aparelho tornou-se um dos objetos de consumo mais populares para adultos e crianças. Assim como a tecnologia se desenvolveu, trazendo facilidade para quem a usa, trouxe também uma conseqüência para alguns usuários: a dependência. O fenômeno já foi batizado de nomofobia pelos especialistas, que significa “no móbile”, ou medo de estar sem celular na tradução literal. A síndrome causa ansiedade, pânico, impotência, angústia, e surge quando alguém se sente impossibilitado de se comunicar por estar sem o aparelho. A pessoa não consegue se desprender da tecnologia, deixa o aparelho ligado 24 horas por dia, inclusive na hora em que vai ao banheiro ou na hora de dormir.
Os sintomas mais freqüentes são: abandonar tudo o que faz para atender o celular, nunca deixar o aparelho sem bateria, não carregar o celular na bolsa, bolso ou similares, preferindo carregá-lo na mão para que possa atender imediatamente, nunca esquecer o celular em casa e, se isso acontece, volta de onde está para pegá-lo, sente-se mal quando acaba a bateria, quando perde o aparelho ou pensa que perdeu.
Segundo o site do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, ligado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, a nomofobia não diz respeito somente ao aparelho celular, mas também a qualquer tecnologia que deixe as pessoas conectadas, como computadores e notebooks.
Só no Brasil, os números de aparelhos de telefonia móvel vendidos são impressionantes, principalmente porque é maior que a população. Isso mostra como as pessoas estão cada vez mais dependentes, e passaram a usar mais de um telefone. Antigamente, as janela das casas eram grandes, pois era uma forma de se comunicar com o mundo. Hoje, as janelas estão cada vez menores, e as TVs cada vez maiores. Essa é a nova conexão com o mundo. O mais preocupante é que qualquer um está sujeito à fobia, mas o alvo mais comum são os jovens.
Os jovens já nasceram nesse mundo tecnológico, e já usam uma linguagem própria quando estão no computador, o que traz prejuízo de aprendizado, já que abreviam e não acentuam quase nenhuma palavra. Além disso, os adolescentes, por possuírem uma renda controlada pelos pais, estão se acostumando cada vez mais a usarem os sms ou torpedos como forma comunicação, já que é mais barato, mais prático e econômico para eles. Não dá para tirar totalmente o celular da vida de alguém. O importante é usar o bom senso para não se viciar.
Vacina contra HPV.
Fonte: site da ANVISA.
Patrycia Araujo – Médica de Família do CMS Vila Canoas.
Fonte: site da ANVISA.
Patrycia Araujo – Médica de Família do CMS Vila Canoas.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou
o fim do limite de idade para a aplicação da vacina contra o HPV em mulheres,
segundo uma decisão divulgada em 28/Junho/2013.
A vacina conhecida pelo nome Cervarix, produzida pelo laboratório GlaxoSmithKline (GSK), que imuniza contra o HPV dos tipos 16 e 18, que estão ligados ao surgimento de câncer no colo do útero em mulher, e poderá ser aplicada a todas as mulheres que tenham mais de 9 anos, sem outros tipos de limitação.
Segundo informações da GSK dadas à Anvisa, a proteção também é ampliada contra os tipos 31 e 45 da doença, que também estão entre os principais causadores desse tipo de câncer.
A vacina tem como objetivo impedir a infecção. Ela não previne de lesões causadas por HPV já presentes no paciente no momento da vacinação.
A vacina conhecida pelo nome Cervarix, produzida pelo laboratório GlaxoSmithKline (GSK), que imuniza contra o HPV dos tipos 16 e 18, que estão ligados ao surgimento de câncer no colo do útero em mulher, e poderá ser aplicada a todas as mulheres que tenham mais de 9 anos, sem outros tipos de limitação.
Segundo informações da GSK dadas à Anvisa, a proteção também é ampliada contra os tipos 31 e 45 da doença, que também estão entre os principais causadores desse tipo de câncer.
A vacina tem como objetivo impedir a infecção. Ela não previne de lesões causadas por HPV já presentes no paciente no momento da vacinação.



























